Uma LINDA ilha que já foi uma poderosa fortaleza foi abandonada por anos devido à sua controversa história relacionada à pirataria.
Imagens mostram a pitoresca Ilha Spinalonga, na costa de Creta, na Grécia, agora desabitada, restando apenas ruínas de seu significado histórico.

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Spinalonga ficou esquecida por quase 70 anos, mas já foi um local crucial para fortalezas, defesa contra ataques de piratas e lar de uma colônia de leprosos.
Conhecida como a “Ilha dos Mortos-Vivos”, Spinalonga já foi usada como uma formidável fortaleza do Mediterrâneo contra os venezianos e, mais tarde, os otomanos.
Sua localização estratégica permitiu que os venezianos construíssem fortificações na ilha para se defender de ataques de piratas e de suas valiosas rotas comerciais.
Um anel de fortificação foi construído em 1578 ao redor do sul da ilha para contra-atacar qualquer albergue que desembarcasse na costa.
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Em 1584, as fortificações foram construídas e reforçadas depois que os venezianos perceberam que eram vulneráveis a ataques vindos das colinas.
Essa percepção transformou Springalonga em uma fortaleza impenetrável, garantindo aos venezianos maior alcance para atacar e uma base mais valiosa.
No entanto, a história de Spinalonga fica ainda mais sombria após esse período de intensa batalha.
A ilha se tornou o lar de uma colônia de leprosos entre 1903 e 1957, o que lançou Spinalonga no estigma em relação à doença generalizada encontrada ali.
Spinalonga era o lar de quase 400 pessoas no pico da doença e era o lar de uma das últimas colônias de leprosos ativas na Europa.
Para ajudar a conter a doença infecciosa, Spinalonga foi dividida em duas entradas, uma das quais era específica para os leprosos.
A entrada era conhecida como “Portão de Dante”, em referência ao poema Inferno de Dante sobre os Nove Círculos do Inferno, porque os habitantes não sabiam o que aconteceria com eles quando chegassem.
Spinalonga tinha condições de vida extremamente precárias em seu auge, o que se acredita ser devido ao estigma da doença na época.
Além das condições desumanas, muitos habitantes também foram diagnosticados erroneamente com doenças de pele, como psoríase.
Spinalonga melhorou à medida que comunidades foram construídas e coisas como estradas foram adicionadas, juntamente com água encanada e escolas.
Um hospital e um cinema também foram construídos.
O mistério em torno de Spinalonga deixou uma lembrança assombrada de um dos postos avançados mais valiosos no conflito entre Veneza e Otomano, e de uma colônia doente lutando por sua saúde.
A atmosfera assombrada da ilha perdurou por décadas, mas no início do século XXI ela foi recebida com um novo fascínio.
Spinalonga ganhou uma reputação renovada nos últimos anos, com o livro The Island, de Victoria Hislop, de 2005, ajudando a humanizar as experiências dos ilhéus.
O romance histórico acompanha Alexis Fielding, que viaja para a ilha de Spinalonga e fica horrorizado ao descobrir o passado da colônia de leprosos da ilha e a conexão de sua família com ela.
Victoria é casada com o popular comentarista político e jornalista Ian Hislop.
A ilha é agora um destino turístico popular, com milhares de visitantes vindo todo verão para testemunhar as ruínas da história épica de Spinalonga.

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Fonte – The Sun